papagaios, psitacídeos e aves exóticas.

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A maracanã-de-colar é uma ave psittaciforme da família Psittacidade.
Também conhecida como ararinha-de-colar.
Não é considerada como ameaçada. Embora seja apreciada como ave de gaiola, suas populações são consideradas estáveis.

Nome popular: Maracanã de Colar; Ararinha de Colar
Nome científico: Primolius Auricollis 
Nome em inglês: Yellow-collared Macaw
Comprimento: 40 cm. 
Peso: 240 a 260g Coloração: Coloração verde, com fronte escurecida e distinguível pela faixa no pescoço de cor amarela. 
Distribuição Geográfica: Bolívia, Paraguai, Argentina. No Brasil ocorre no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e norte do Tocantins. 
Habitat: Capões e mata de galeria. 
Alimentação: Frutos, flores e pequenas sementes.
Reprodução: Nidifica em ocos de árvores, se reproduz em dezembro. Distribuição Geográfica: Ocorre no Pantanal de Mato Grosso e ao norte da Ilha do Bananal (região do Rio Araguaia), no Tocantins e sul do Pará. Também ocorre no norte da Bolivia, norte do Paraguai e noroeste de Argentina.
Características: Semelhante à Maracanã-de-cabeça-azul, difere por um característico colar amarelo-dourado mais notável na nuca, coroa azul, pele facial branca, e base do rabo laranja. Em vôo, pode-se ver o amarelo debaixo da asa. Pode ser observada aos casais às vezes ao lado do maracanã-do-buriti (Orthopsittaca manilata). Ao entardecer, reúne-se em bandos numerosos, rumo aos locais de pernoite coletivo. É pouco conhecida na natureza. Habita uma variedade de ecosistemas, incluindo capões e matas de galeria, sendo comum em áreas agrícolas, entre 600 e 1700 m. A espécie adentra os cerrados, matas secas e carandazais no oeste de Mato Grosso. Realiza frequentes deslocamentos. Voa em grandes bandos.
Os primeiros trabalhos de campo no Brasil estão sendo realizados pelo Projeto Arara Azul e Projeto Papagaio verdadeiro.

créditos:
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Ararinha Azul; Macaw (Cyanopsitta spixii)



Nome popular: Ararinha-azul
Nome em inglês: Macaw
Nome científico: Cyanopsitta spixii
Classe: Aves
Ordem: Psittaciformes
Família: Psittacidae
Características: Toda azul, lados da cabeça acinzentados, bico negro franzino, provido de grande dente na maxila. Ìris parda-amarelada. Cabeça azul-clara, bochechas cinéreo claras. Durante o vôo parece quase negra, não há o menor vestígio de verde em toda plumagem. Gostam de empoleirar-se sobre as pontas dos galhos secos. Realizam migrações locais, quando freqüenta também buritizais. A espécie fazia ninhos em grandes buracos nos troncos de árvores, principalmente em caraibeiras.
Alimentação: Pinhão, frutos e sementes (Jatropha mollissima).
Asa: 295 mm - Cauda: 355 mm - Bico: 33 mm - Tarso: 26 mm.
Reprodução: setembro. Estima-se que os jovens comecem a sair do ninho aos 4 meses.
Comprimento: Mede 56 cm da cabeça à ponta da cauda. 
Ocorrência Geográfica: Habitat natural é a caatinga seca e florestas ciliares abertas de pequenos afluentes temporários do Rio São Francisco. Ocorria no extremo norte da Bahia, ao sul do Rio São Francisco, na região de Juazeiro. Atualmente, porém, resta um único exemplar conhecido na natureza (um macho) e cerca de 20 em cativeiro. Desde o início da década de 90 há um projeto para a localização de outros indivíduos e a recuperação da espécie pela reintrodução na natureza daqueles atualmente em cativeiro. Entretanto, a tentativa de acasalamento do macho em liberdade com uma fêmea nascida em cativeiro, feita recentemente, não obteve sucesso. Semiárido. Também é encontrada no sul do Piauí e no oeste de Pernambuco.
Categoria/Critério: Rara. Captura ilegal pelos traficantes e do comércio clandestino. Intensa degradação do seu hábitat.
Cientista que descreveu: Wagler, 1832.
Observações adicionais: A espécie está praticamente extinta na natureza, situação provocada pelo comércio ilegal de aves rara, sobretudo para o exterior. É considerada a ave mais rara do mundo. Atualmente existe apenas um representante em liberdade, encontrando-se na Bahia, mais precisamente na cidade de Curaçá (a 600 km de Salvador), em meio ao sertão.
Fonte: MMA/SINIMA
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Arara vermelha (Ara chloropterus)















A arara-vermelha (Ara chloropterus) é uma ave psitaciforme, nativa das florestas do Panamá aSanta Catarina, Paraguai e Argentina. A sua alimentação é baseada em sementes, frutas, coquinhos.
A arara-vermelha mede até 90 centímetros de comprimento e pesa até 1,5 quilo. Cada postura é composta por ovos de 5 centímetros, incubados por 29 dias.
O ninho dessa arara é feito em ocos de árvores, mas ela também se aproveita de buracos em paredes rochosas para colocar os ovos, os quais são chocados apenas pela fêmea, que fica no ninho. Quem cuida de garantir a alimentação tanto da fêmea como dos filhotes é o macho, que nessa espécie é fiel, mantendo a mesma companheira a vida inteira.





Nome Popular: Arara-canindé
Nome Científico: Ara ararauna
Peso: 1 a 1,2 kg
Tamanho: 75 a 83 cm
Expectativa de Vida: Podem viver até 70 anos
Alimentação:
Na natureza, comem sementes, frutas, castanhas e vegetais. Em cativeiro, é recomendável oferecer ração comercial específica, grãos, sementes, frutas e vegetais.
Reprodução:
As araras costumam botar de 2 a 4 ovos e o tempo de incubação varia entre 24 e 28 dias.
Distribuição Geográfica:
Sua ocorrência se estende desde o Panamá até o sudeste do Brasil, incluindo Guianas e áreas da Bolívia e Paraguai.
Descrição:
Na parte dorsal do seu corpo, a plumagem é azul e na ventral é amarela. A pele facial característica das araras possui fileiras de penas negras.
Não é possível determinar diferenças entre machos e fêmeas somente através de características externas. Sofrem com a perda de habitat e tráfico ilegal de animais.

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